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Terras Altas de Portugal | Novos Horizontes

 

O projeto Terras Altas de Portugal – Novos Horizontes, estará a decorrer até 2017, e visa a promoção no quadro internacional de alguns dos produtos tradicionais como, por exemplo, carnes e fumeiro, azeite, mel, frutas, vinhos, queijos.

Estão envolvidos no projeto os distritos da Guarda, Bragança, Castelo Branco, Viseu e Vila Real. A apresentação do projeto decorreu em Viseu, um dos distritos abrangidos, e o presidente da AIRV, Carlos Marta, referiu que este projeto constitui um desafio, sendo que esse desafio “é a valorização dos produtos destes territórios nos mercados internacionais de valor acrescentado”.

Apoio

Terras Altas de Portugal – Novos Horizontes é um projeto apoiado pelo Compete 2020 - Programa Operacional Competitividade e Internacionalização, no âmbito do Sistema de Apoio a Ações que conta com um investimento Elegível de 574 mil euros o que corresponde a um Incentivo FEDER de 488 mil euros.

Atividades

O ‘Terras Altas de Portugal –Novos Horizontes’ vai criar uma ‘carta de qualidade’ que possa atribuir aos melhores produtos regionais (de excelência) o selo ‘Terras Altas de Portugal’, garantia que certamente manterá abertas as portas dos mercados externos para onde Portugal já exporta, mas também possibilitará a abertura a novos mercados, em especial nos Estados Unidos da América, México, Inglaterra e França.

O plano estratégico do programa ‘Terras Altas de Portugal – Novos Horizontes’ está desenvolvido em quatro linhas de força:

  1. fortalecimento da oferta;
  2. promoção da oferta no mercado externo;
  3. prospeção e penetração em novos mercados;
  4. disseminação de resultados.

 

 

 

 

Promovido pela Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB), ‘Terras Altas de Portugal – Novos Horizontes’ conta ainda com a participação da Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV), a Associação Empresarial da Região da Guarda (Nerga), a Associação Empresarial de Vila Real (Nervir) e a Associação Empresarial do Distrito de Bragança (Nerba).

 

 

30/08/2016 , Por Célia Pinto